Desenhos animados antigos

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Você gostava de ver desenhos animados na sua infância? Sente saudades dos desenhos animados antigos? Então esse post é para você.

Alguns desenhos animados antigos que fizeram parte de nossa infância bem que poderiam estar no ar até hoje. Concordam? Sinto muita falta do humor leve e despretensioso da época. Claro que a época era outra.

Aliás o mundo era outro. Menos tecnologia e mais contato entre as pessoas. Os desenhos animados tinham muito peso no lazer das crianças da época. Com pipoca então, hummm.  Não só crianças como os pais delas acabavam se divertindo com eles. Assistir desenho era um momento que agregava a família.

Em busca de uma das mais profundas lembranças que tenho da minha infância que sempre foi ligada a TV e aos desenhos animados infantis, lembrei e compartilho com vocês os melhores desenhos animados dos anos 70 e 80 que fizeram parte da minha história. Quem se lembrar pode deixar um comentário no final do post, ok?

Mundo dos desenhos animados antigos

Moby Dick (no original em inglês, Moby Dick and the Mighty Mightor) é um desenho animado com produção Hanna-Barbera. Estreou em 1967 e era transmitido junto com o Poderoso Mightor. Mas comecemos pelo desenho animado Moby Dick.

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A história era sobre dois jovens, Tom e Tub, que eram resgatados por uma grande baleia branca (Moby Dick) após um naufrágio. Junto com a foca de estimação, Scooby, eles enfrentam vários perigos no mundo submarino.

E quem assistia a esses desenhos animados sem se imaginar debaixo d’agua enfrentando tantos desafios com a ajuda de um amigo tão poderoso quanto a Moby?

Já Mightor era um homem das cavernas Tor, que se transformava em super-herói graças ao poder de sua clava mágica. Ele também transformava seu mascote dinossauro em uma fera voadora (Tog).

 

O poderoso Mightor

Mightor protegia o vilarejo onde morava junto com seus amigos: o chefe Pondo e seus filhos Sheera e Rok. Rok vivia se fantasiando de Mightor e sem poderes, se colocava constantemente em perigo junto com seu mascote, o pássaro Dodo Ork. Sheera também tinha seu próprio mascote, o mamute Bollo. Lembram deste também?

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Não sei de vão concordar comigo, mas os desenhos de antigamente eram mais inocentes. Por isso sempre que é transmitido algum desenho mais antigo, quer seja ele: Tom e Jerry, Pica Pau, Tico e Teco ou outros da Disney,  estimulo que vejam. Pena que eles não puderam ver Moby Dick e Mightor, iriam soltar a imaginação nas aventuras deles.

Mais alguns desenhos animados que deixaram saudades.

Os Jetsons sempre traziam as inovações futuristas de tempos futuros. Com suas máquinas, robôs, naves e alguns objetos que pareciam impossíveis, mas que hoje estão por ai. Tipo a empregada deles que era um robô.

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A corrida maluca era outro desenho que me divertia bastante. Com seus competidores muito loucos. Nada comparado aos carros deles e o os recursos incríveis que eles tinham. O Dick Vigarista e seu nem tão fiel ajudante, Mutley, apesar de sempre tentarem a vitória nunca conseguiam. Claro que sempre jogavam sujo.

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Os Flintstones foi uma série de televisão animada produzida pela Hanna-Barbera de 1960 a 1966 e criada por Willian Hanna e Joseph Barbera.

O desenho retrata o cotidiano de uma família de classe média da Idade da Pedra. Nos anos 70 e 80 foram febre entre jovens e crianças por aqui.

Formas de se fazer os desenhos antigos

Encontrei alguns vídeos que falavam sobre a forma de se fazer os desenhos antigamente. Infelizmente os que gostei estavam em inglês. Mesmo assim é possível acompanhar o processo de criação. Separei dois, um deles o próprio Walt Disney fala sobre o processo.

O processo se chama Multi Câmera. Que é na verdade uma Câmera especial usada na animação. No processo de criação são movidos uma série de partes dos desenhos feitos quadro a quadro.

Muitas partes dos quadros são feitos em transparências sobre um fundo fixo. Os movimentos são feitos de forma milimétrica. Registrando quadro a quadro cada movimento das partes. Assim se criavam os movimentos dos personagens que eram desenhados manualmente por uma série de desenhistas.

O processo de criação era muito demorado e artesanal. Sem os recursos atuais os desenhistas ficavam horas as vezes dias trabalhando para acabar uma cena da animação. Sem falar da quantidade enorme de papel e lápis que usavam durante o processo.

Vejam os videos:


 

 

Marinheiro Popeye Desenhos animados antigos TV

Qual mãe de nossa geração que nunca fez uma chantagem para o filho comer espinafre e ficar forte como o marinheiro Popeye?  Esse desenho é um clássico e representa o grande herói animado dos anos 70, que luta contra o Brutos, em função de conquistar o coração da delicada Olívia Palito.

Popeye foi um desenho infantil animado adaptado pelos irmãos Dave e Max Fleischer das tiras de quadrinhos “Teatro em Miniatura”, no Jornal The New York Times, cujo criador foi Elzie Crisler Segar no ano de 1929.

Popeye – O grande herói animado dos anos 70 foi transmitido, por vários anos, pela Globo e depois pelo SBT. Atualmente quem passa o marinheiro e sua trupe é o canal infantil Cartoon Network .

Com seu cachimbo de madeira e sua tatuagem de âncora, o marinheiro Popeye era o grande “culpado” de fazer as crianças comerem espinafre na tentativa de ficarem mais fortes. Vindo dos quadrinhos em 1929, a saga do marinheiro era proteger e cuidar de sua noiva, Olívia Palito, das garras do vilão Brutus, que sempre se dava mal no fim dos episódios.

Personagens:

  • Marinheiro Popeye: Principal personagem da história, tenta conquistar em todo episódio o coração da Olívia Palito.
  • Olívia Palito: É a grande mocinha do desenho animado, sempre se envolve em confusão com o Brutus e tem que ser resgatada pelo seu amor, o marinheiro Popeye.
  • Brutus: É o “vilão” do desenho, tenta sempre conquistar Olivia a forca e acaba apanhando do Popeye, depois que ele come o seu pote de espinafre e ganha uma super forca, para derrotar o seu rival e ficar com a Olivia.

Que saudade de assistir desenhos antigos. Essa pesquisa foi de certa forma uma boa maneira de reviver aquele passado de dificuldades, mas de muita alegria em que vivi minha infância. Bons tempos!

Um dos objetivos do nosso Blog é sempre reviver, relembrar e emocionar. Uma forma de reviver é conduzir através dos sentidos as pessoas a um passado que pensávamos que estava esquecido. Tive um “Dèjá vú” ao assistir o novo Filme do Godzilla, lembrei de um daqueles desenhos antigos que tanto via na infância. Por isso, dentro da ideia de manter sempre viva as lembranças, vamos saber um pouco sobre o desenho de que tanto senti saudades? Vamos ao bom e velho desenho: Godzilla.

Godzilla

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Godzilla: Poster de 1954

Desde os anos 50, convivemos com a ficção do monstro Godzilla. Mas no caso dele tem todo um significado que o torna muito mais interessante. Godzilla é a personificação do medo das armas nucleares.

Criado por uma explosão nuclear, seu imenso tamanho, força, terror e destruição evocam a fúria das bombas atômicas lançadas em Hiroshima e Nagasaki.

No decorrer da série o grande monstro se desenvolveu como um personagem com características ora de um vilão, ora de um herói, frequentemente salvando Tóquio e posteriormente outras cidades de invasões de outros daikaijus e de alienígenas, embora no processo ele destrua grande parte dessas cidades.

Para muitas pessoas em todo o mundo, Godzilla é um aspecto  característico da cultura popular japonesa. Ele ainda é um dos monstros mais reconhecidos no mundo, apesar da sua popularidade  ter enfraquecido ao longo dos anos. Godzilla remanesce como uma importante faceta dos filmes japoneses, incorporando o “kaiju”, ou monstro gigante, no gênero tokusatsu, ou filme de efeitos especiais — gênero que provavelmente inaugurou com seus primeiros longa-metragens.

Godzilla em desenho.

Para as crianças da minha geração esse desenho era Top demais, os efeitos de ultima geração. Produzido pela Hanna-Barbera, o desenho infantil para assistir, era uma adaptação dos filmes japoneses, como este de 1954.

Era exibido na TV dos anos 70 e 80 juntamente com Jana das Selvas, daí o título “hora poderosa”. A série continuou no ar até 1981, por um tempo exibido solo como O Show do Godzilla, até o seu término. No Japão, foi chamado simplesmente de Godzilla. Desenhos animados antigos TV

Toho ajudou na produção, fazendo conceitos de monstros e animações. O desenho passou no Brasil pela Rede Globo nos programas Xou da Xuxa, Sessão Aventura, TV Colosso e Angel Mix.

No desenho antigo, Godzilla ajuda a rede de pesquisas U.S. Caliço a enfrentar monstros agressivos que ameaçam a equipe de pesquisa e as cidades. Seus poderes são o fogo que sai de sua boca e raios lasers.

Era o bastante para livrá-lo dos mais incríveis inimigos. As batalhas eram empolgantes e envolventes. Como se diz, “não dava para piscar o olho”.

Hanna-Barbera escalou o ator Ted Cassidy para os rugidos, igualzinho ao seu papel em O Incrível Hulk. No Japão, o compositor Akira Ifukube reusou os rugidos oficiais do Godzilla e removeu os efeitos de áudio de Ted Cassidy que a Hanna-Barbera usou.

Godzuky é o sobrinho do Godzilla que é o responsável pelas melhores cenas cômicas do desenho. Ele pode flutuar com suas asinhas, mesmo que Godzilla não consiga voar. Ele tenta por tudo soltar chamas  pela boca como o tio, mas só consegue fazer fumaça, mas seu grande trunfo é que quando em apuros faz um chamado do grande Godzilla, legal não? A voz é de Don Messick.

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A fórmula deste que era um dos melhores desenhos animados da época, viria a ser usada anos depois no novo desenho da Adelaide Productions Godzilla The Series

Alguns vilões dos anos 80

Sem os vilões, os heróis não teriam realmente o que fazer, imagine só o desenho: Os Seis Biônicos sem o Doutor Escaravelho, ou ainda outros grandes vilões sem seus antagonistas e vice serva, os desenhos não teriam graça alguma.

Os vilões dos anos 80 marcaram nossa juventude. Vamos relembrar alguns deles. Assistir desenho sem eles não tinha graça.

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O comandante Cobra.

O seu único trabalho era liderar uma organização terrorista que tinha o poder para destruir a terra sequestrando cientistas para criar uma série de aparelhos incompreensíveis que poderiam servir para que ele dominasse o mundo.

Os heróis eram um grande amontoado de estereótipos americanos, nesse caso os vilões foram importantes para tornar a trama mais interessante.

O Esqueleto.

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Talvez este, particularmente seja um dos melhores vilões, mas não é mau. Ele conta com seus oito minutos de glória, e então He Man aparece e frustra todos os seus planos, jogando o mesmo na lama e depois fazendo pose e rindo nos últimos minutos do episódio.

Mum Ra.

Talvez um dos vilões mais interessantes, e muito assustador. Um sacerdote zumbi que servia os espíritos do mal vindos de forma direta do quinto dos infernos e inclusive podia se transformar em uma versão forte de si mesmo.

Ele era apresentado como uma verdadeira ameaça ao invés de um bobão com planos de conquista. Os seus planos eram diabólicos e muito bem-sucedidos na maior parte das vezes, apenas sendo frustrados por sua espada justiceira.

Lady Diabolyn.

Talvez a melhor vilã de todos os desenhos, irmã da Rainha Sarana que acabou doente, e tia de Sara a mocinha chata da história.

Há muito tempo a tia estava atrás dela e tinha muita inveja de Sarana por ela ter sido a Rainha de Dar – Shan, e depois da morte de sua irmã ela tenta de formas diversas se apossar do reino, mas acaba não tendo sucesso. Porém seus planos diabólicos e maquiavélicos em maioria são bem executados.

 

Speed Racer

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Na minha infância, não sabia ainda tanto de carro e nem de corridas. Além de não haver quase nenhuma tecnologia automobilística, então, ver um menino correr tanto e ganhar quase todas as corridas, era algo, que fascinava as crianças da década de 70. Por isso, o desenho ficou tão famoso, inclusive tendo um filme lançado recentemente.

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O Desenho Speed Racer foi uma animação dos anos 70, criada por Tatsuo Yoshida (mais uma animação japonesa que fascina o Brasil, assim como Dragon Ball e Power Rangers).

A animação conta a história de um jovem e audaz piloto de corrida de dezoito anos que dirige o carro Mach 5, o qual foi criado por seu pai (Pops).

O desenho animado infantil e juvenil é muito conhecido pela sua canção tema e pela ótima trilha sonora. Ela tocava ao fundo e tornava ainda mais emocionantes as corridas em que o piloto Speed participava.

As corridas eram sempre repletas de acidentes espetaculares e “golpes sujos” dos participantes. Como seus mais célebres competidores temos a “Equipe Acrobática” e o “Carro Mamute”. As corridas eram em locais inusitados, como selvas, desertos e até uma realizada dentro de um vulcão.

E sempre que Speed estava em dificuldades ganhava a ajuda do habilidoso e misterioso corredor X. Que na verdade era seu irmão que havia saído de casa a muito tempo. Havia todo um mistério sobre os motivos de sua saída e do porquê correr usando uma máscara. Mais abaixo falo dele, vejam.

Personagens

  • Speed: É o personagem principal do desenho. Tem uma personalidade doce estando sempre disposto a lutar pela justiça e por seus amigos. Sonha em ser o melhor piloto do mundo.
  • Corredor X: Como todos que viram a série devem saber, o corredor X é, na verdade, Rex, o irmão mais velho de Speed. Ele fugiu de casa após sofrer um acidente durante uma corrida e discutir com seu pai, que não queria que seu filho voltasse às pistas. Tornou-se agente secreto da Interpol.
  • Gorducho: É o irmão mais novo do Speed. Tem 7 anos de idade e junto com Zequinha, seu macaco de estimação, está sempre presente nas aventuras. Normalmente escondidos no porta-malas do Mach 5.
  • Trixie: Suposta namorada de Speed, digo suposta porque, em toda a série, nunca se beijaram, tem 18 anos e faz parte da equipe, pilotando o helicóptero que auxilia nosso herói quando ele se mete em encrencas.
  • Pops Racer: é o pai de Speed. Engenheiro renomado, após ser demitido de uma grande empresa de corridas resolveu montar seu próprio time e efetivar o seu mais audacioso projeto: a construção do Mach 5.
  • Sparky – o mecânico faz-tudo da equipe, sempre tentando evitar que Speed se dê mal tomando decisões precipitadas, tanto dentro como fora das pistas.

 

Vivendo as aventuras de Snoopy

Quem não se lembra de: as aventuras de Snoopy? Há que desenho infantil para assitir! Aquele cachorrinho cheio de personalidade e sonhador, Charlie Brown “minduim”, Lino, Patty Pimentinha, Marcie e companhia. São muito legais. Com histórias que nos mantinham presos do inicio ao fim. Eu adorava os episódios de Natal.

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Nossa geração teve o privilégio de poder assistir o desenho. Talvez hoje ele teria dificuldade de figurar em alguma grade da TV aberta. Não sei nos canais pagos. Mas além de ser um desenho criativo tem conteúdos que merecem uma reflexão. Os  quadrinhos foram criados por Charles Schulz (1922-2000),  sendo lançado em 1950.

O início

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Por dois anos o cãozinho era um personagem silencioso, só depois os leitores passaram a ler seus pensamentos.  Ele andava sobre as quatro patas, depois passou a andar como humano. Foram mudanças que só trariam mais sucesso ao personagem (imagem acima). Algumas características são marcantes no Snoopy, vamos a algumas delas:

A história da tira retrata o mundo de Charlie Brown: “um menino adorável que se preocupa com o sentido da vida e que por vezes é incompreendido por seus amigos” (SCHULZ, 2007, p. 5). Ele é muito inteligente e sonha em formar seu time de Beisebol. Charlie Brown é dono de Snoopy, “um beagle-escritor de muita imaginação, um escoteiro que adora biscoitos de chocolate e que é amigo de Woodstock, um delicado passarinho amarelo que fala uma língua que só Snoopy entende” (SCHULZ, 2007, p. 5).

Trecho do trabalho do Mestre em letras de Alex Caldas Simões. Continue lendo é muito interessante.

Podemos acrescentar que o Snoopy tem o complexo de Walter Mitty (foi assunto para um filme, leia), um sonhador nato, que vive se imaginando em situações das mais inusitadas.

Como aquela em que é um aviador lutando com o Barão Vermelho, detalhe seu avião é sua casinha, em que insiste em dormir sobre e não dentro dela. Com relação a ser um sonhador o criador justifica:

Schulz, numa entrevista em 1997, disse o seguinte acerca do carácter do Snoopy: “ele tem que sair do seu mundo de fantasia para sobreviver. Por outro lado, se assim fosse ele levaria uma vida miserável e aborrecida.”

O oposto de Snoopy é o Charlie Brown, menino que vive muito no mundo real, sofrendo com todas as consequências. Vejo aí alguns sinais de bowling   que Charlie sofre por ser diferente. Não sei se concordam.

Mas de qualquer forma é um espetáculo à parte ver a relação entre os dois amigos, que nem de longe é de cão e dono. Não há qualquer  subordinação entre eles. 

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No mais é pura diversão, com conteúdo de contribui para o crescimento, deixando o gostinho de quero mais no final de cada episódio. Tem até uma página bem legal no Facebook chamada Tiras do Snoopy. Vale a pena curtir.

As aventuras de Tom e Jerry

 

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Ontem assistindo desenho animado com minha filha, me dei conta de que aquele desenho era o mesmo que eu via quando criança. “Tom e Jerry, é na verdade um desenho muito antigo mesmo”, pensei. É incrível que mesmo sendo um desenho tão antigo ainda exerce fascínio sobre as crianças e adultos.

Aquela velha fórmula do gato perseguindo o rato, um tentando ganhar do outro numa eterna disputa, mesmo tendo alguns episódios de trégua, ainda dá certo. Eu gosto muito.

A dupla começou em um curta da MGM chamado “Puss Gets the Boot“, que foi para os cinemas em 20 de fevereiro de 1940. O produtor Fred Quimby pediu a William Hanna e Joseph Barbera que desenhassem um curta, e a dupla de animadores teve a ideia de um desenho onde um gato perseguia um rato.

Neste curta Tom se chamava Jasper e Jerry se chamava Jinx. Somente depois os produtores batizaram os personagens de “Tom e Jerry“.

Mudanças

No decorrer dos anos a série passou por vários formatos e estúdios diferentes. Para mim, sempre mantendo a qualidade de seu enredo.

Mas houve também críticas como foi o caso dos desenhos produzidos por William Snyder e Gene Deitch. Eles foram muito criticados por adotar um formato totalmente diferente da série original, abusando da surrealidade, misturando motion blur com movimentos dos personagens extremante exagerados, adição efeitos sonoros bizarros e utilização excessiva de reverberação, além de diversas enfatizações gráficas.

Algumas curiosidades cercaram o desenho. Por exemplo, assim como a maioria das séries animadas produzidas nas décadas de 1920, 1930, 1940, 1950, e 1960, Tom & Jerry não é considerado politicamente correto.

Pelo menos vinte e quatro episódios foram acusados de possuir cenas racistas. Como quando ocorre uma explosão ou algum líquido cai no rosto de um personagem e seu rosto fica negro, o que foi interpretado por algumas pessoas como racismo.

Em consequência disso, diversas cenas foram editadas e cortadas de alguns episódios. E mais, Tom & Jerry inspirou uma versão em humor negro e sádica dentro de Os Simpsons chamada de Comichão e Coçadinha (Itchy & Scratchy).

 

Ultraman

Tá certo, a série Ultraman pode não ser um “desenho” antigo. Mas, foi umas das séries mais famosas durante minha infância. Por isso reservei um espaço para ela aqui no post. Acredito que é justo. Concorda?

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super herói do Japão para o mundo

Numa TV de 14 polegadas preto e branca, aos 5 ou 6 anos eu assistia com os olhos arregalados as aventuras do Ultraman. Nossa, que bom era ver aquele herói  em ação com seus raios poderosos que venciam os monstros que ameaçavam a humanidade.

Eu particularmente acredito que muito dos efeitos especiais que vemos hoje devem a séries japonesas como Ultraman, Ultra sevem ou Spectreman.

Estória de Ultraman

Um alienígena vindo da Galáxia M-78 a bordo de uma cúpula vermelha, ao perseguir o monstro Bemlar, choca-se com a nave do oficial Shin Hayata da Patrulha Científica. Hayata não suporta a gravidade dos ferimentos e morre.

Para reparar o erro, o misterioso alienígena funde sua energia vital à de Hayata, trazendo-o de volta a vida e entregando-lhe a Capsula Beta. Os feitos do Alien lhe deram poderes incríveis e agora Hayata pode se transformar em Ultraman para defender a Terra de qualquer ameaça.

E assim ele vai derrotando diversos monstros e outros invasores e sempre mantém sua identidade secreta em sigilo. Em diversas batalhas, Ultraman acaba se deparando com os Baltans-Seijins, aliens poderosos que queriam dominar a Terra e voltariam a atacá-la diversas vezes.

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Os poderes do Ultramam:

  • Spaceun Bean: o ataque mais famoso dele, formado pela energia do espectrum (energia alienígena). Ele o aplica cruzando o braço esquerdo com o direito. Embora seja poderosíssimo, existem criaturas imunes a ele como Keronia, Antlar e Z-ton.
  • Lâmina: consiste em lançar uma lâmina capaz de cortar metais duros como o aço.
  • Anéis: usado às vezes em situações de emergência.
  • Rajada: Ele também tem um ataque pouco conhecido, no qual ele junta as mãos, lançando uma pequena rajada.
  • Outros poderes: O herói tem uma técnica capaz de lançar água em ocasiões de emergência. Tem na vista um detector, capaz de encontrar qualquer objeto camuflado. É extremamente forte, considerado de toda a linhagem dos Ultras o Ultraman com maior força física. Também pode voar, tendo também, nos pés, um efeito anti-gravitacional. O qual e usado em algumas lutas para se desviar de alguns ataques. Além disso, é capaz de se tele transportar de uma distância muito grande em questão de segundos, utilizando isso para se locomover de um planeta a outro – um poder que usa raramente. Nota-se que isso encurta bruscamente o tempo do Timer, assim reduzindo o tempo em que Hayata pode ficar transformado em Ultraman. Por fim, Ele ainda pode reduzir o seu tamanho ao de uma pessoa normal.

Abertura do Ultraman

E você gosta de assistir desenho? E na sua opnião quais os melhores desenhos animados? Deixe seu comentário.

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Nascido nos anos 70 curti toda minha adolescência nos anos 80 e 90. Agora gosto de relembrar os bons momentos e fatos que marcaram época.
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